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20/03/2015 - 09:48 - Por José Pires

20/03/2015 José Pires- Deser

O Boletim de fevereiro do Departamento de Estudos Sócio-Econômicos Rurais (Deser) aborda o aniversário de 60 anos da Afubra e sua atuação junto aos agricultores e as indústrias em todos esses anos. Será mesmo que a Associação dos Fumicultores do Brasil representa mesmo os interesses dos produtores?

Confira nessa edição:

  • - Afubra completa 60 anos: Mas afinal quem a associação representa, agricultores ou fumageiras?
  • - Representante de quem?
  • - Negociações de preço
  • - A Afubra e sua luta contra a Convenção-Quadro
  • - Ligação conhecida até nos Estados Unidos
  • - Convenção- Quadro: Governos e Instituições comemoram 10      anos do tratado
  • - É importante saber sobre a Convenção-Quadro

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04/03/2015 - 09:37 - Por José Pires

José Pires- Deser

O Boletim de Janeiro do Departamento de Estudos Sócio-Econômicos Rurais (Deser) destaca a queda nas exportações do tabaco brasileiro
registrada em 2014. Nosso país, maior exportador mundial, vendeu 24% menos do que em 2013. Essa queda teve reflexo na área plantada que diminui 4,3% na atual safra e deve ser ainda menor na próxima.

Esses dados confirmam a necessidade de se fortalecer o Artigo 17 da Convenção –Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT) da Organização Mundial de Saúde (OMS) que trata sobre a diversificação de Culturas em
propriedades que produzem tabaco.

Confira:

- Redução na área plantada

- Consequente queda na produção

- Fumageiras não cumprem acordo de preço 

- Fetag preocupada 

 

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12/12/2014 - 09:31 - Por José Pires

Deser

O Boletim de novembro do Departamento de Estudos Sócio- Econômicos Rurais (Deser) aborda aspectos de dois novos produtos que se tornaram as grandes apostas das indústrias de cigarro. O Narguilé e o Cigarro Eletrônico estão entre as novas alternativas das tabaqueiras para manter seus lucros diante da diminuição no número de fumantes, registrada em diversos países nos últimos anos.

Estes dois produtos, muitas vezes são tidos como inofensivos e acabam atraindo cada vez mais usuários que, em sua maioria, são jovens. Porém, estudos recentes mostram que tanto o Narguilé como o Cigarro Eletrônico são tão prejudiciais à saúde quanto os cigarros convencionais.

Outro tema abordado no Boletim é a Lei Anti fumo nacional que entrou em vigor no último dia 03/12. Com a nova lei fica proibido o consumo de cigarro em qualquer ambiente de uso coletivo, seja ele público ou privado. Assim,  ficam extintos os antigos fumódromos, seja em empresas, em bares, restaurantes ou outros estabelecimentos de uso coletivo.

Confira:

- Cigarro Eletrônico e Narguilé: Lobos em pele de cordeiro

- Lei Nacional Anti Fumo: Brasil anda a passos largos no controle do tabagismo

 

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10/11/2014 - 12:55 - Por José Pires

Deser

O Boletim de outubro do Departamento de Estudos Sócio-Econômicos Rurais (Deser) trata sobre a 6ª Conferência das Partes (COP 6). O evento é a instância deliberativa da Convenção-Quadro para redução do Tabaco da Organização Mundial de Saúde (CQCT). Ela é formada pelos países que ratificaram o tratado (Estados Partes), entre eles o Brasil. Cabe à COP tomar decisões sobre aspectos técnicos, processuais e financeiros da implementação do tratado nesses países.

A COP se reúne a cada dois anos. Durante as sessões da Conferência, as delegações dos Estados Partes analisam a implementação do tratado, avaliam os resultados dos grupos de estudos e de trabalho sobre determinados artigos, aprovam diretrizes de melhores práticas para orientar os países adoção de medidas nacionais e discutem aspectos administrativos. Em 2014 a COP aconteceu em Moscou, na Rússia. Entre os temas discutidos estavam o artigo 17 que trata do apoio a atividades alternativas economicamente viáveis e 18 que da proteção ao meio ambiente e à saúde das pessoas.

Confira nesta edição:

- COP 6 reforça a necessidade de diversificação nas áreas de produção de tabaco

- Grupo de Trabalho da COP

- Indústria a passeio

- Diversificação

- Assistência Técnica e Extensão Rural no Brasil 

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09/10/2014 - 14:06 - Por José Pires

José Pires- Deser

Com o objetivo de atrair o publico jovem, os fabricantes de cigarro lançam mão de artifícios para deixar seu produto mais atrativo e com um sabor mais agradável: os aditivos. Estes elementos são substâncias adicionadas intencionalmente nos produtos derivados do tabaco para mascarar o gosto ruim da nicotina, disfarçar o cheiro desagradável, reduzir a porção visível da fumaça e diminuir a irritabilidade da fumaça para os não fumantes.

Pensando em evitar que o cigarro fique mais atrativo e possa atrair cada vez mais o público jovem, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu o uso de 121 substâncias que tem como objetivo tornar o cigarro mais palatável. Nesta edição do Boletim do Deser abordamos diversos pontos com relação aos aditivos no tabaco:

- Anvisa X Aditivos

- Revogação da Norma que autorizava o uso de aditivos

- A atração dos jovens por cigarros mais palatáveis

- Apoio à Anvisa por parte das entidades que compõem a ACTbr +

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20/08/2014 - 15:11 - Por Priscilla Ataide

Boletim Brasileiro de Avaliação de Tecnologias em Saúde

Agência Nacional de Saúde Suplementar - 08/2010

A maioria dos produtos derivados do tabaco utiliza folhas processadas de Nicotiana tabacum como seu principal ingrediente, podendo ser fumados, mascados ou aspirados. Todos estes produtos apresentam uma elevada concentração de nicotina, substância com ação aditiva reconhecida, além de várias outras substâncias nocivas à saúde. Neste sentido, o tabagismo é classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um transtorno mental e comportamental devido ao uso de substâncias psicoativas. É um conhecido fator de risco para alguns tipos de câncer, doença pulmonar obstrutiva crônica e doenças cardiovasculares.

Apesar dos malefícios associados ao tabagismo, o número de fumantes é alarmante e vem crescendo principalmente nos países de renda média e baixa. Estratégias para redução da iniciação e para elevação da cessação do tabagismo assumem papel de grande importância neste cenário e devem ser fortemente incentivadas pelas autoridades de saúde.

Este boletim apresenta os resultados de duas metanálises realizadas para comparar a eficácia das seguintes estratégias clínicas para a cessação do tabagismo: a associação do aconselhamento por profissionais de saúde e da farmacoterapia frente à farmacoterapia ou ao aconselhamento isolados. Também são apresentadas as eficácias dos diversos medicamentos de primeira linha indicados para o tratamento da dependência ao tabaco e os gastos deste tratamento. A eficácia foi avaliada por meio da comparação das taxas de abstinência dos braços de controle e intervenção. Os resultados mostraram que a taxa de abstinência estimada para os pacientes tratados com a combinação aconselhamento + farmacoterapia foi maior do que a taxa de abstinência estimada para os pacientes tratados com aconselhamento ou com famacoterapia isolados.

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13/08/2014 - 12:55 - Por Priscilla Ataide

DESER - 04/2014

Muitas famílias produtoras de tabaco, tem buscado por alternativas de renda. Mas quais alternativas seriam? Existem casos de famílias que a alternativa encontrada foi apenas a venda de seu estabelecimento e de parte dos seus bens, para uma mudança aos centros urbanos, acarretando não somente em perdas ao agricultor(a) e seus familiares, mas também em perdas para a sociedade, em perdas culturais, a medida que as famílias abandonam suas origens e parte da sua cultura no campo, ocasionando um aumento nos bolsões de pobreza e problemas em sociais em médias e grandes cidades.
 
Porém, diversificar propriedades cultivadas com tabaco não é uma tarefa fácil, principalmente porque o próprio cultivo do tabaco é um dos responsáveis por descaracterizar uma importante peculiaridade da agricultura familiar, que é a própria diversidade, uma vez que ali “se cultiva e se cria de tudo”, principalmente para o autoconsumo. No entanto, não raros são os casos de famílias que hoje produzem apenas tabaco e nada mais, nem mesmo para o próprio consumo, tornando-se assim, ainda mais dependentes dessa cultura e da indústria que a movimenta, ficando mais difícil vislumbrar alternativas a essa cadeia que cria dependência e limita horizontes. Boas experiências que podem servir como referências são inúmeras, uma delas é o caso da COOPER-FAMÍLIA localizada em Rio Fortuna - SC. Este estudo procura apresentar essa experiência que contribui para que famílias produtoras de tabaco encontrassem na produção de alimentos uma alternativa para substituir, o que até então era a principal fonte de renda, a produção do tabaco.

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13/08/2014 - 11:27 - Por Priscilla Ataide

DESER - 04/2014

O presente boletim busca trazer ao público leitor algumas informações sobre a ausência de energia elétrica na secagem do tabaco tipo Virgínia, que tem se tornado cada vez mais frequente. Suas consequências, prejuízos e como proceder para receber indenização das empresas de energia elétrica. 

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12/08/2014 - 16:11 - Por Priscilla Ataide

Julho/2014

DESER - 07/2014

O último dia Mundial Sem Tabaco, celebrado em 31 de maio deste ano, teve como tema principal: o incentivo por parte dos indivíduos e organizações da sociedade civil para que seus governos aumentem os impostos sobre o tabaco a níveis que reduzam o consumo. O presente boletim informa as ações ocorridas em alguns países em alusão a data em especial no Brasil, que pode comemorar a tão esperada aprovação da Lei Antifumo - Lei nº 13.541, de 7 de maio de 2009. 

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11/08/2014 - 13:53 - Por José Pires

Novo Boletim do Departamento de Estudos Sócio-Econômicos Rurais (Deser). 
Nesta Edição: 
-Fumicultura no Brasil- Futuro Incerto: Uma análise sobre os possíveis motivos que levaram a exportação do tabaco brasileiro ter uma queda no primeiro semestre de 2014. 
-A diversificação de culturas é fundamental para a sobrevivência do agricultor. Ministro Miguel Rossetto fala sobre a importância de se diversificar a produção na Agricultura Familiar. 
- Fusão da Reynolds American e Lorillard: Uma análise da Dr. Tania Cavalcante sobre o que está por trás desta fusão.
Confira:http://deser.org.br/adm/ver.asp?id=82

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